SINPRO: Demandas trabalhistas são pautas de encontros

Buscando a aproximação com as bases, o Presidente do Sindicato dos Professores de Instituições de Ensino Superior Privadas do Estado de Rondônia (SINPRO-RO), Luizmar Oliveira das Neves, realizou durante os dias quatro e seis, deste mês reuniões nas cidades de Ariquemes, Ji-Paraná e Cacoal, onde buscou em cada um dos municípios esclarecer aos sindicalizados os direitos conquistados através da convenção coletiva.

Em Ariquemes foi entregue um oficio referente aos professores que trabalharam em período de recesso escolar. “De acordo com o artigo 322 da CLT, parágrafo 02, não se pode exigir dos professores a permanência em período de férias”, daí a necessidade de solicitar aos representantes da Faculdades Associadas de Ariquemes (Faar) que paguem esse período em que os professores tiveram a disposição, explica o presidente do Sindicato.

Em Ji-Paraná foram realizadas três reuniões no Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná (CEULJI/Ulbra) e outra na Faculdade Panamericana de Ji-Paraná (Unijipa). Na Ulbra foi levada a informação sobre as conquistas em primeira instância da Justiça do trabalho sobre o pagamento das férias em dobro. O segundo ponto foi o pagamento do FGTS em atraso. “Esta ação conjunta beneficiou cerca de 170 professores de Ji-Paraná e 60 de Porto Velho, todos da Ulbra”, ressalta Luizmar.

O terceiro encaminhamento tratou dos ganhos da convenção coletiva, informando muitos dos professores que ainda não sabiam dos direitos conquistados através do Sindicato. “Eles ficaram surpresos, pois antes o Sindicato não era atuante e ver a diretoria empenhada, trazendo o que é de direito aos professores é bem significativo para eles”, afirma o presidente.

Na Unijipa foi informado aos professores sobre o pagamento da diferença salarial referente aos 20% de planejamento de 1º de abril a 30 de julho, conquistado dentro da convenção coletiva, e ganho do cumprimento do Plano de Carreira Cargos e Salários (Pccs) que a instituição se comprometeu a fazer o acordo para pagamento.

Em Cacoal houve o alinhamento das informações sobre o novo cálculo do salário dos professores junto aos representantes legais das Faculdades Integradas de Cacoal (Unesc), em que após entenderem os cálculos, se comprometeram a emitirem um parecer o mais rápido possível e no caso de acordo entre as partes cumprir os direitos dos professores.

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